A Biotechnos detêm expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL's) e é uma organização que pesquisa alternativas de negócios ecologicamente corretos, através do desenvolvimento e produção de máquinas e equipamentos, novos produtos industriais, projetos, assessoria e tecnologias nas áreas de bioenergia e biodiversidade. Integra o Centro de Inovação e Tecnologia da Universidade de São Paulo, a USP, e compõe o Guia de Inovação em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, a FGV. Recebeu os Prêmios FINEP de Inovação Sustentável; Mérito Industrial ADVB; IstoÉ Empresas Mais Conscientes do Brasil; BestBio; entre outros.
Prefeitura estima economia de R$ 300 mil ao ano com a iniciativa
Iniciativa do APL Biodiesel em Botucatu repercute nos veículos de comunicação.
APL Biodiesel
A Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou a aquisição de uma Usina de Biodiesel. O contrato foi assinado neste mês de setembro e a planta deverá estar instala em 90 dias. A iniciativa de reciclar óleo de cozinha usado em Biodiesel é uma parceria com a Sabesp, a Companhia de Saneamento de São Paulo. A Usina funcionará em uma estrutura construida às margens da Rodovia Marechal Rondon.
A usina terá capacidade de produzir 300 litros de biodiesel por dia. O objetivo inicial é que este material possa abastecer, em um futuro breve, a frota municipal de veículos movidos à diesel. “Estamos projetando uma economia de aproximadamente R$ 300 mil ou mais por ano aos cofres público”, calcula o secretário municipal de Meio Ambiente, Perseu Mariani. Além desta redução de gastos do dinheiro público, a iniciativa é ambientalmente mais correta já que a queima do biodiesel emite menos poluentes na atmosfera em comparação com o tradicional diesel derivado do petróleo.
Usina de Biodiesel da Biotechnos
A Usina de Biodiesel a ser instalada em Botucatu/SP é de alta performance, com notável excelência química e desenvolvida a partir de conceitos de inovação e sustentabilidade únicos. Não utiliza água nem ácidos para o processo de produção e não gera efluentes. Com alta tecnologia os produtos atendem as Normas estabelecidas e asseguram a viabilidade técnica e econômica. A tecnologia dispõe de Registros e Patentes Verdes no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).
Economia e Autossustentabilidade
A economia com a produção e uso de Biodiesel é notória e está baseada em estudos de viabilidade técnica e econômica. Contribui para essa realidade a alta no preço dos combustíveis. A constituição de Arranjos Produtivos Locais do Biodiesel para consumo próprio são uma realidade em expansão e objetivam a redução de custos e a otimização de recursos, através de novos modelos de energia limpa baseados em fontes energéticas sustentáveis. No Brasil a produção de Biodiesel a partir do uso do óleo de cozinha é uma iniciativa inovadora que contribui para a matriz energética nacional, a mais limpa e diversificada do Mundo.
Matriz Energética Limpa
A iniciativa de Botucatu/SP também é parte do esforço de diversificação da matriz energética de transportes. No Brasil o uso do petróleo no setor corresponde a 39,8% das emissões de gás carbônico. Enquanto no mundo a indústria do carvão é a principal emissora de poluentes, no Brasil, a culpa é do petróleo, cuja cadeia responde por 72% das emissões de dióxido de carbono, segundo relatório do Observatório do Clima.
Mudanças Climáticas
A gestão de emissões de gases de efeito estufa (GEE) é uma exigência para o planeta. O Arranjo Produtivo Local (APL) do Biodiesel voltado à reciclagem de óleos e gorduras residuais (OGR) - óleo de cozinha usado - contribuirá para a sustentabilidade ambiental da região, através da proteção da água, redução de emissões de gases de efeito estufa e sobretudo, fortalecendo a 'Economia de Baixo Carbono', elemento central neste momento de aquecimento global e o advento das Mudanças Climáticas.
Biotechnos
A Biotechnos detêm expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL's) e é uma organização que pesquisa alternativas de negócios ecologicamente corretos, através do desenvolvimento e produção de máquinas e equipamentos, novos produtos industriais, projetos, assessoria e tecnologias nas áreas de bioenergia e biodiversidade. Integra o Centro de Inovação e Tecnologia da Universidade de São Paulo, a USP, e compõe o Guia de Inovação em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, a FGV. Recebeu os Prêmios FINEP de Inovação Sustentável; Mérito Industrial ADVB; IstoÉ Empresas Mais Conscientes do Brasil; BestBio; entre outros.
Distribuidora de Gêneros Alimentícios de Camaquã/RS produz e usa Biodiesel em sua frota de caminhões
Um belíssimo exemplo de responsabilidade socioambiental, desenvolvimento econômico local e sustentabilidade está sendo realizado na região sul do Estado do Rio Grande do Sul. A empresa Camaquã Distribuidora acaba de instalar uma Usina de Biodiesel da Biotechnos. Objetivo é produzir e utilizar o biocombustível na frota de caminhões da Empresa que distribui alimentos em 96 cidades gaúchas.
A Usina de Biodiesel, com capacidade da produção de 150 mil litros/mês, processará exclusivamente óleos e gorduras residuais (OGR) - óleo de cozinha usado -. A expectativa é uma produção inicial de 20 mil litros mês, dependendo do volume de matéria prima disponível. Atualmente, segundo estimativas do número de habitantes, apenas a Cidade de Camaquã/RS descarta no meio ambiente aproximadamente 600 mil litros de OGR ao ano, matéria prima para a produção do Biodiesel.
O Arranjo Produtivo Local do Biodiesel será voltado à reciclagem de óleos e gorduras residuais (OGR). A Usina de Biodiesel já está instalada e contribuirá para a sustentabilidade ambiental da região, através da proteção da água, redução de emissões de gases de efeito estufa e sobretudo, fortalecendo a 'Economia de Baixo Carbono', elemento central neste momento de aquecimento global e o advento das Mudanças Climáticas.
O Diretor Comercial da Camaquã Distribuidora, Márcio da Silva, destaca o papel estratégico do empreendimento. "A proteção ao meio ambiente com redução de emissões de gases de efeito estufa de nossa frota de caminhões, aliado a logística reversa de produtos que distribuímos em nossas operações, como os óleos vegetais e gorduras, bem como nossa responsabilidade socioambiental estão entre os nossos objetivos", ressalta. A Camaquã Distribuidora opera em 96 municípios, incluindo a Capital, região carbonífera, Centro-sul e Sul, atendendo 45% da população do Estado do Rio Grande do Sul. Em seu portfólio de produtos atende toda a cadeia alimentar, desde supermercados, mercados, mercearias, padarias, restaurantes, açougues, lanchonetes, hotéis, churrascarias, entre outros. Dispõe de mais de 6.000 mil clientes ativos. "Queremos nos tornar uma das primeiras Distribuidoras no país a distribuir produtos com combustível 100% sustentavel", conclui Márcio.
A logística de distribuição é realizada por uma frota de 52 caminhões movidos a diesel. A expectativa da Empresa é operar com o uso de Biodiesel em toda a frota, estimando a redução de até 70% nas emissões de gases de efeito estufa. Considerando a produção e uso de 20 mil litros de Biodiesel, a frota de caminhões da Camaquã Distribuidora será responsável pela redução de 50 toneladas de CO2eq (Carbono Equivalente é o somatório de todos os gases de aquecimento global) ao mês e, pela proteção de cerca de 500 milhões de litros d'água, pois estudos indicam que um litro de OGR - nocivo à saúde humana e ao Meio Ambiente - polui o equivalente a 25 mil litros d'água.
A iniciativa da Camaqua Distribuidora também é parte do esforço de diversificação da matriz energética de transportes. No Brasil o uso do petróleo no setor corresponde a 39,8% das emissões de gás carbônico. Enquanto no mundo a indústria do carvão é a principal emissora de poluentes, no Brasil, a culpa é do petróleo, cuja cadeia responde por 72% das emissões de dióxido de carbono, segundo relatório do Observatório do Clima.
"O objetivo maior deste projeto é aumentar a consciência do nível geral de sustentabilidade, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa, valorizando um produto que é tido como um resíduo altamente poluente", destaca Alaone Souza e Silva, Diretor Financeiro da Camaquã Distribuidora. Com a iniciativa, Passivos Ambientais são transformados em Ativos ambientais, sociais e econômicos. O Diretor conclui que a matéria prima principal para a produção do biocombustível não provém da cadeia alimentar e sim de óleos e gorduras residuais. "Outra grande importancia dessa iniciativa é que não se esta suprimindo alimento da população, como por exemplo cana-de-açucar ou cereais, assim como madeiras para a produção de combustíveis".
Economia e Sustentabilidade
A economia com a produção e uso de Biodiesel está baseada nos estudos de viabilidade técnica e econômica e, é notória. Contribui para essa realidade a alta no preço dos combustíveis. A constituição de Arranjos Produtivos Locais do Biodiesel para consumo próprio são uma realidade em expansão e objetivam a redução de custos e a otimização de recursos, através de novos modelos de energia limpa baseados em fontes energéticas sustentáveis. No Brasil a produção de Biodiesel a partir do uso do óleo de cozinha é uma iniciativa inovadora que contribui para a matriz energética nacional, a mais limpa e diversificada do Mundo.
Biotechnos
A Biotechnos é uma organização que pesquisa alternativas de negócios ecologicamente corretos, através do desenvolvimento e produção de máquinas e equipamentos, novos produtos industriais, projetos, assessoria e tecnologias nas áreas de bioenergia e biodiversidade, com sede em Santa Rosa/RS, filiais nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Integra o Centro de Inovação e Tecnologia da USP e, entre os principais prêmios recebidos estão o Prêmio FINEP de Inovação Sustentável, Prêmio Mérito da ADVB-RS, Prêmio IstoÉ Empresas Mais Conscientes do Brasil. Compõe o Guia de Inovação em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, a FGV. Detêm expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL's).
Usina de Biodiesel da Biotechnos
A Usina de Biodiesel instalada na Camaquã Distribuidora é de alta performance, com notável excelência química e desenvolvida a partir de conceitos de inovação e sustentabilidade únicos no Mercado. Não utiliza água nem ácidos para o processo de produção e não gera efluentes. Com alta tecnologia os produtos atendem as Normas estabelecidas e asseguram a viabilidade técnica e econômica do empreendimento. A tecnologia dispõe de Registros e Patentes Verdes no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).
Imagens: Divulgação
O Arranjo Produtivo Local do Biodiesel da Afubra é uma referencia nacional na área da sustentabilidade. Em 2016 totalizou a produção e uso de mais de meio milhão de litros de Biodiesel a partir de óleo de cozinha usado com a participação de 485 escolas, divididas em 89 municípios. A iniciativa mobilizou mais de 138 mil estudantes e quase 18 mil professores nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Em visita técnica o CEO - Diretor Executivo - de um dos maiores Consórcios de Municípios do país, o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, ou simplesmente CIOESTE, conheceu o APL Biodiesel da AFUBRA em Santa Cruz do Sul/RS, que opera desde 2009 com tecnologia da Biotechnos Projetos Autossustentáveis.
Acompanhe o depoimento do Dirigente:
É semana do meio ambiente, encontrei sustentabilidade!
Francisco Maciel
"Viajei longe, de São Paulo para o interior do Rio Grande do Sul, para conhecer o que seria uma pequena Usina de Biodiesel. O que encontrei, na verdade, foi uma pérola. Talvez um dos arranjos com maior impacto sócio-ambiental do país, operando coleta do nocivo óleo residual alimentar via educação e mobilização ambiental em 420 escolas espalhadas por 3 estados, a unidade de bioenergia da Afubra, além de estar chegando perto de seus 10 anos de história, tem também o pioneirismo no uso real automotivo do B100. São anos de experiências, testes e de tratativas comerciais que estão ali compilados na prática, como um manual para a viabilização da inserção do biodiesel de óleo alimentar no ciclo produtivo usual da sociedade contemporânea brasileira, com sensíveis impactos positivos na sua cadeia de valor econômico, nas mudanças climáticas, bem como para a educação ambiental, que ali se traduz em tangibilidade. É semana do meio ambiente, encontrei sustentabilidade".
Francisco Maciel é o CEO do CIOESTE (Diretor Executivo) - Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo. Sócio presidente do Grupo Bravo Ambiental, foi Presidente da Iniciativa Verde. É especialista em recursos renováveis e Meio Ambiente, participou da Conferência do Clima da ONU de Paris COP21 e é formado pela Escola Politécnica da USP, a Universidade de São Paulo.
CIOESTE
A soma do PIB das oito cidades - Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba -, parte localizada na Região Metropolitana de São Paulo, que integram o CIOESTE equivale a mais de 2% do PIB Nacional, com uma população de quase dois milhões de habitantes.
A tecnologia da Biotechnos em evidência na edição de Domingo (05/06) do Jornal Folha de São Paulo. Em colaboração especial a Jornalista Andrea Vialli assina a matéria 'Óleo que vai pelo ralo destrói canos e água; apenas 1% do gerado é reciclado' que destaca a reciclagem de óleo de cozinha em Biodiesel.
A reportagem traduz o atual momento ambiental no cenário do descarte de óleos e gorduras residuais, afirmando que "há um desastre ambiental descendo pelo ralo todos os dias no Brasil: o país descarta de maneira incorreta, a cada ano, 1,5 bilhão de litros de óleo de cozinha"; traz informações quanto ao potencial de contaminação da água e o quanto é nocivo o óleo de cozinha no meio ambiente: "O resíduo entope encanamentos e é um dos principais fatores de contaminação de água nas grandes cidades. De acordo com a Sabesp, cada litro de óleo de cozinha contamina 25 mil litros de água".
A reportagem ressalta o papel da Biotechnos na reciclagem dos óleos residuais: "A Biotechnos, de Santa Rosa (RS), é uma das empresas que transformam o óleo de cozinha em biodiesel e já instalou 28 usinas que processam o óleo em todo o país"; a matéria apresenta informações do Programa Bioplanet - Energia para o mundo: "Um dos projetos em andamento ocorre em Guarulhos, em parceria com o aeroporto internacional. A cooperativa Coop-Reciclável coleta 5.000 litros óleo de cozinha por mês e transforma em biodiesel com a tecnologia da empresa. "Agora, o projeto será expandido, com a construção de uma planta com capacidade para processar até 25 mil litros de óleo por mês", diz Vinícius Puhl, coordenador da Biotechnos".
A Matéria também teve grande repercussão nas Redes Sociais. Na página do Portal UOL no Facebook a reportagem teve mais de 900 compartilhamento e milhares de 'curtidas'.
Segue o link com a reportagem, acompanhe:
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2016/06/1777707-oleo-que-vai-pelo-ralo-destroi-canos-e-agua-apenas-1-do-gerado-e-reciclado.shtml
Com informações da Folha de São Paulo