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Biotechnos presente na 17° Expoagro Afubra

17° Expoagro Afubra contará com Pavilhão da Bioenergia
A maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar realizará exposição de tecnologia, história, trajetória e perspectivas do Biodiesel no ciclo produtivo agrícola e urbano.

A Biotechnos estará na 17° Expoagro Afubra (Rio Pardo/RS, 21, 22 e 23/03/2017) expondo as mais avançadas e modernas tecnologias para a produção de Biodiesel. Um Pavilhão da Bioenergia fará a exposição de tecnologia, história, trajetória e perspectivas do Biodiesel no ciclo produtivo agrícola e urbano.

Resultados impressionantes

Serão apresentados os resultados do Programa de Coleta de Óleo Saturado com base no relatório anexo. Em síntese nesses 08 anos do programa foram coletados e transformados em  Biodiesel 693.876 mil litros de óleo de cozinha usado, resultando na proteção direta de impressionantes 17,346 bilhões de litros d'água (17,3 milhões m³) e redução de 1,755 mil toneladas de carbono equivalente (CO2e).   

O Programa da Afubra, com tecnologia da Biotechnos resulta em um dos maiores impactos sócio-ambientais do país, e pioneiro no uso automotivo do B100 exclusivamente a partir de OGR - óleo de cozinha usado -.    


Serviço:

17° Expoagro Afubra - 21, 22 e 23 de março de 2017
Parque de Exposições, situado na localidade de Rincão del Rey, município de Rio Pardo/RS
Usina de Biodiesel Biotechnos - Pavilhão da Bioenergia

Apresentação de resultados e Solenidade de repasse do prêmio financeiro às escolas parceiras do Programa de Coleta de Óleo Saturado da Afubra (exercício 2016)
Quando: 22/03/2017
Horário: 11h
Local: Auditório do Parque de Exposições, situado na localidade de Rincão del Rey, município de Rio Pardo/RS.

Maiores informações:
Luciana Jost Radtke MTb/RS 13.507
luciana@afubra.com.br
51 37137700 | 996885550

Vinícius Puhl MTb/SC 02.382 JP
vinicius@biotechnos.com.br
11 977410967

Jornal da USP destaca Projeto 'APL Babaçu' da Biotechnos

Máquina faz separação automática das partes do coco babaçu

Matéria assinada pelo jornalista Júlio Bernardes da Editoria de Tecnologia da Agência USP publicada no Jornal da USP em 20/02/2017, 'Máquina faz separação automática das partes do coco babaçu" destaca projeto de P&D da Biotechnos non Cietec, 'APL Babaçu'.

O Jornal da USP destaca que o Projeto APL Babaçu da Biotechnos desenvolvido no Centro de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo (Cietec) vinculado ao IPEN e a USP, . “O objetivo é aperfeiçoar o modo de produção e ampliar o potencial da cadeia de valor do coco babaçu, ainda pouco explorada”, ressalta a industrial e pesquisadora Márcia Werle, presidente da Biotechnos.


Para aumentar o aproveitamento do coco do babaçu, palmeira abundante no meio-norte do Brasil, o projeto APL Babaçu, do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), desenvolveu uma máquina que separa as partes do coco sem danificá-las. O equipamento será utilizado em Arranjos Produtivos Locais (APLs) com a participação das mulheres que extraem o coco, as quebradeiras, viabilizando seu uso na produção de energia e em indústrias de alimentos e cosméticos, entre outras. O projeto é realizado pela empresa Biotechnos Projetos Autossustentáveis, incubada no Cietec, instituição mantida pela USP e pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

“O objetivo é aperfeiçoar o modo de produção e ampliar o potencial da cadeia de valor do coco babaçu, ainda pouco explorada”, ressalta a industrial e pesquisadora Márcia Werle, presidente da Biotechnos. No Brasil são 18 milhões de hectares de florestas de babaçuais. Apenas no Estado do Maranhão são 11 milhões de hectares, mais do que em todo o território da Bolívia, que dispõe de 6 milhões de hectares. Os babaçuais estão presentes também no noroeste de São Paulo e em outros Estados.

Cada coco pesa entre 90 e 280 gramas, com uma camada externa rija e fibrosa, o epicarpo, e em seu interior há o mesocarpo (rico em amido), o endocarpo (camada mais resistente) e as amêndoas. Tradicionalmente, o trabalho de quebra do coco é manual e penoso para as milhares de quebradeiras. Usa-se um machado ou uma cunha e um porrete de madeira. Há também a quebra de maneira ainda mais rudimentar, a golpes de pedra sobre uma superfície dura.

Em geral, apenas as amêndoas (que representam cerca de 8,7% do peso do fruto) são aproveitadas. Cada fruto pode ter de uma a oito amêndoas, mas a média é de três ou quatro por fruto. Uma quebradeira de babaçu consegue, em média, de oito a dez quilos de amêndoas por dia. Nas associações ou cooperativas as amêndoas são comercializadas ou esmagadas para extração do óleo, que depois é vendido para as indústrias dos setores de higiene e limpeza. A torta, um subproduto do babaçu, é negociada como ração animal. As quebradeiras utilizam, também, uma parte do óleo para a produção artesanal de sabão em barra.

A expansão da pecuária e de outros interesses econômicos na região dos babaçuais ameaça o trabalho das quebradeiras, fundamental para a sobrevivência de diversos grupos extrativistas do meio-norte do País. De acordo com o diagnóstico realizado pelo governo federal, os grandes entraves para o maior aproveitamento do babaçu são a baixa eficiência no modo de produção e ausência de modelos tecnológicos de quebra do coco acordados com as quebradeiras.

Separação

Um dos aspectos centrais do projeto está na produção de uma máquina capaz de separar as partes do coco babaçu preservando suas características, com qualidade, eficiência e durabilidade. Foram desenvolvidos três protótipos iniciais e dois projetos piloto de APLs nos Estados do Piauí e Maranhão, a partir dos estudos de engenharia e do projeto desenvolvido, com o processamento inicial de 250 toneladas de coco.

Durante os desafios tecnológicos iniciais, na desmontagem e análise dos protótipos, foram observados desgastes excessivos nas partes móveis e de impacto, gerados pelo alto grau de abrasividade do coco. Nas fases seguintes do projeto, chegou-se ao processamento de 850 quilos de coco em 90 minutos.

A tecnologia desenvolvida pela empresa propõe instrumentalizar o trabalho das quebradeiras oferecendo máquinas e equipamentos que constituem o centro de uma cadeia de valor baseada no aumento da escala produtiva e na qualidade dos produtos provenientes do processamento do coco babaçu. A tecnologia social prevê atenção, inclusão e transferência de conhecimentos nos processos específicos relacionados aos APLs para as quebradeiras.

O mercado para os produtos provenientes do beneficiamento é expressivo, pois existem 64 produtos que provêm do coco babaçu, como azeites, alimentos, cosméticos, medicamentos, carvão e energia, entre outros. O éster da amêndoa do babaçu, por exemplo, é indicado para propulsão a jato, e a granulometria do mesocarpo do babaçu apresenta características únicas e de excelência para a indústria de cosméticos. No projeto, há diversas empresas interessadas nos produtos do babaçu para sua cadeia de suprimentos, em especial das áreas de cosméticos, fármacos, alimentação e energia.

A Biotechnos Projetos Autossustentáveis, sediada em Santa Rosa (RS), abriu uma filial no Cietec para realizar o projeto, o que inclui atividades tecnológicas e demonstrações de viabilidade técnica e econômica. Além dos profissionais da empresa, a equipe conta com colaboradores de organizações de São Paulo, Piauí e Maranhão e os pesquisadores associados Patricia Maria Guardabassi, Julieta Andrea Puerto Rico e Alexandre Cosme José Jeronymo, da Escola Politécnica (Poli) e do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP. O projeto participa do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas, da Fapesp, e mantém colaboração com lideranças dos locais de constituição dos APLs e autoridades governamentais.

Acesse o Link:
https://jornal.usp.br/ciencias/tecnologia/maquina-faz-separacao-automatica-das-partes-do-coco-babacu/

2017, Biotechnos 10 anos!

A Biotechnos chega aos seus 10 anos de existência e celebra uma trajetória de desafios, conquistas e realizações.

Estão previstos inúmeros eventos ao longo do ano de 2017 para celebrarmos. Entre as ações estão iniciativas de sustentabilidade alusivas aos 10 anos da Empresa. Inaugurações de APL's Biodiesel com a tecnologia da Biotechnos receberão atenção especial e um balanço com as principais realizações será lançado. Uma linha do tempo contará a história da Biotechnos. Já estão sendo publicados depoimentos e mensagens de colaboradores, clientes, parceiros, amigos, autoridades e personalidades que cruzaram o caminho da Biotechnos em sua trajetória.

Com Sede em Santa Rosa/RS e filiais em SP e no Rio a Biotechnos integra o Cietec - Centro de Inovação e Tecnologia da USP e compõe o Guia de Inovação em Sustentabilidade para PME da FGV. Dispõe de 28 plantas de Usinas de Biodiesel instaladas em 08 Estados do Brasil, e alguns projetos grandes em andamento. A Presidente do Conselho de Administração é a industrial Márcia Werle, que acaba de conquistar o Premio Grandes Mulheres, uma iniciativa do Facebook e Editora Globo. A Biotechnos também já conquistou os Prêmios Finep Inovação Sustentável, BestBio PróCana (Setor Biocombustíveis), ADVB Mérito Industrial, Isto É Empresas Mais Conscientes do Brasil, Premio Firjan Ação Ambiental, entre outros.

Em 2017, sob a insígnia da 'renovação e novos horizontes', a Biotechnos planeja ampliar a oferta de tecnologia na área da bioenergia, com foco em programas de substitituição de óleo diesel por biocombustíveis em motores de ciclo diesel, aproveitamento energético de resíduos e ampliação do 'Programa Bioplanet - Energia para o Mundo', replicando a iniciativa. Estão previstos lançamento de projetos na área da biodiversidade com foco na sustentabilidade e inclusão produtiva.

Feliz 2017!
Biotechnos 10 anos!

Márcia Werle, Presidente da Biotechnos conquista Prêmio Grandes Mulheres

Presidente da Biotechnos conquistou a 2° colocação na categoria Pequena Empresa da premiação nacional que é uma iniciativa da PEGN & Editora Globo e Facebook

Entre as vencedoras da primeira edição do Prêmio Grandes Mulheres, reveladas no espaço Cantaloup Next Door, em São Paulo na noite de 21/11/2016 está a presidente da Biotechnos, Márcia Werle. A premiação, uma iniciativa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios em parceria com o Facebook, consagrou empreendedoras em quatro categorias: #ElaFazHistória, Pequena Empresa, Startup e Negócio Social.

O número de mulheres empreendedoras no Brasil já passa de 7,3 milhões. Elas estão em busca de novos mercados, clientes, investidores. Empregam pessoas, multiplicam ganhos e causam um impacto positivo na sociedade. Estão construindo um Brasil mais rico.

As ganhadoras foram escolhidas entre 400 inscritas de 20 estados do país. "Queremos dar visibilidade as histórias das mulheres para que elas sejam vistas também como as mentes brilhantes por trás desses negócios", afirma Sandra Boccia, diretora de redação de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Camila Fusco, diretora de empreendedorismo do Facebook, destacou que os eventos da rede social que fazem parte do programa #ElaFazHistória, voltado para empreendedoras, já capacitaram mil pessoas presencialmente. "Essa é uma forma de municiar as mulheres com ferramentas para enfrentar a desigualdade de gênero", diz Camila.

A presidente da Biotechnos é a única Mulher do sul do país a receber a premiação e destaca-se pela sua persistência na execução dos projetos, serviços e produtos da Biotechnos Projetos Autossustentáveis, voltados à sustentabilidade ambiental. Márcia tem 43 anos, em sua tragetória conta com reconhecimento internacional pela qualidade e expressão das ações da empresa, sobretudo na gestão de emissões de gases de efeito estufa com a instalação e operação de mais de 20 plantas de Usinas de Biodiesel no país. A Biotechnos detém expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL's) e atua nas áreas da bioenergia e biodiversidade.

Conheça as 12 vencedoras do Prêmio Grandes Mulheres no link:
http://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2016/11/vencedoras-do-premio-grandes-mulheres.html


Biotechnos

Inovação para a Sustentabilidade: Viabiliza a produção de um combustível menos poluente em pequena escala à base de resíduos de difícil tratamento, como os óleos residuais. Oferece o modelo de pequenas usinas e, por isso, não traz alguns dos impactos negativos mais comuns à geração de biocombustíveis em grande escala, que são a ameaça à segurança alimentar – devido ao uso de terras para produção de combustíveis em detrimento da produção de alimentos –, as más condições de trabalho das grandes plantações e a alta pegada hídrica em seu processo de produção. A estruturação dos APL possibilita também o envolvimento da comunidade com o tema e a educação ambiental sobre um resíduo que, de forma geral, não tem um processo de coleta adequado no País. Potencial: O mercado mundial de biocombustíveis está em expansão. Na matriz energética brasileira, ele responde por 7% do combustível. As pequenas usinas são uma opção para a redução de custos com consumo de combustíveis em locais onde há matéria-prima alternativa e em abundância, como os óleos e gorduras residuais. No Brasil, são descartados ao ano 1,5 bilhão de litros de óleos residuais todos os anos, com impactos significativos para a qualidade da água.

A Biotechnos foi fundada em 2007 e destaca-se no Mercado das pequenas plantas de Usinas de Biodiesel, com capacidades médias de 1, 5, 10 mil litros dia de produção, em rota metílica no processo de transesterificação, sem geração de efluentes. Uma Empresa que desenvolve produtos, projetos e presta assessoria nas áreas da bioenergia e biodiversidade, com expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL’s), instalação, de equipamentos/tecnologia para a produção e uso de biodiesel em substituição ao óleo diesel mineral de petróleo, através de contratos pré-definidos, customizados financeiramente - baseados em pagamento fixo e/ou variável em razão de performance -. Os produtos/serviços de produção e distribuição de biocombustíveis para frotas cativas de veículos de transporte e geradores de energia elétrica sob o conceito da energia renovável e da sustentabilidade ambiental.