Chapecó/SC terá APL Biodiesel para reciclar óleo de cozinha usado

ONG Verde Vida inaugura dia 10 de julho sua Usina de Biodiesel

Celebrando 20 anos de atividades em Santa Catarina, a Ong Verde Vida de Chapecó, se destaca por projetos sociais e ambientais, transforma vidas e contribui com o meio ambiente. Conhecida pelo trabalho de reciclagem que desenvolve, a Verde Vida tem um grande trabalho social sendo realizado, especialmente através de Oficinas Educativas.

O presidente da Ong Verde Vida, representando o Lions Clube, Valdemar Stoll, destaca que é um orgulho estar a frente da entidade que desenvolve um trabalho socioeducativo e ambiental muito importante. “São oportunidades para aprender, para se tornar cidadão, para ingressar no mercado de trabalho. Temos aqui vários exemplos de que é possível percorrer esse caminho”, diz.

Reciclagem

O presidente salienta que está faltando matéria-prima para a reciclagem e destaca os novos desafios. “Estamos instalando uma Usina de Biodiesel para reciclar o óleo de cozinha usado que as pessoas não tem onde destinar atualmente. Nosso objetivo é instalar pontos de coleta, além de trabalhar com escolas, bares e restaurantes que usam muito o produto”, explica.

Outro desafio é a produção de adubo orgânico. “Nesse caso, vamos fabricar inicialmente para consumo próprio. A ideia é realizarmos uma nova oficina, a horta comunitária, para que os adolescentes participem e sintam amor pelo cultivo. O objetivo é que eles levem para casa e produzam nos quintais também”, ressalta Stoll.

Inauguração

A inauguração do processo de compostagem e do beneficiamento do óleo residual de cozinha ocorrerá na Sede da Ong Verde Vida, na Rua Marechal Floriano Peixoto, 2151-L, Bairro Bom Pastor em Chapecó/SC, ás 10 horas no dia 10/07/2015.

Verde Vida

Uma Organização Não-Governamental que não visa lucros e atua desde 1994 no município de Chapecó, desenvolvendo um importante trabalho social, educacional e ambiental. Uma organização certificada e reconhecida como de utilidade pública municipal, estadual e federal. Os trabalhos são desenvolvidos nas áreas de assistência social, educação e meio ambiente, oferecendo oficinas sócio-educativas aos adolescentes com o objetivo de proporcionar uma formação para a vida e o encaminhamento para o primeiro emprego. O Verde Vida Programa Oficina Educativa mantém sua sustentabilidade com a coleta de materiais recicláveis e assim consegue gerar empregos e proporcionar atendimento sócio-educativo para adolescentes carentes, na faixa etária de 13 a 17 anos e que estejam freqüentando a escola.

Diversas Entidades compõe a Diretoria do Verde Vida Programa Oficina Educativa, entre elas o Lions Clube Chapecó, que exerce a Presidência atual; a Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal - Apcef, a Associação de Pessoal do Banco do Brasil, o Rotary Clube Oeste, a CDL - Câmara do Dirigente Lojista de Chapecó, o Sindicato dos Hotéis, bares e similares de Chapecó - SIRSBCH, o Sindicato da Indústria da Construção Civil - SINDUSCOM, a Associação dos Moradores do Bairro Presidente Médici, a Universidade do Oeste de Santa Catarina - Unoesc.

Agência Brasília: DF aproveitará resíduo de óleo de cozinha para produzir biodiesel

A primeira usina do DF que utilizará o óleo residual — de fritura — para a produção de biodiesel - com tecnologia desenvolvida pela Biotechnos - encontra-se em etapa final de construção e terá capacidade de transformar até mil litros dessa matéria-prima em combustível por dia. Em fase experimental no mês de abril, a fábrica terá produção inicial estimada em 250 litros diários. A iniciativa partiu da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) em parceria com a Embrapa Agroenergia, com recursos da Agência Brasileira de Inovação (Finep).

Batizado de projeto Biguá, ele surgiu depois que a Caesb começou a sentir no orçamento os transtornos causados pelo descarte incorreto do óleo de cozinha. Como são resíduos, os responsáveis decidiram denominá-la biguá — pequeno corvo com penas pretas e brancas e que tem os pântanos como habitat.

Além dos impactos ambientais, o resíduo do óleo de fritura jogado nos ralos de pia e vasos sanitários representa 30% dos gastos do órgão com a manutenção da rede. Cada litro derramado de forma indevida encarece R$ 0,25 no tratamento de esgoto. Atualmente, são despejados quase 12 milhões de litros de óleo todos os anos na rede do DF.

O programa de caráter socioambiental da Caesb passou a oferecer endereços para descarte do óleo. No início, o material recolhido era encaminhado às cooperativas e às associações de moradoras do Varjão, que transformavam a gordura em detergente e sabão, mas a coleta extrapolou as expectativas fazendo nascer a ideia da usina.

O engenheiro ambiental da Caesb e responsável pelo projeto, Carlo Renan Cáceres de Brites, disse que o biodiesel produzido no DF abastecerá, em breve, a frota do próprio órgão e dos parceiros do Biguá: a Embrapa Agroenergia e a Finep.

Será ainda utilizado para o funcionamento dos geradores responsáveis pelo tratamento de esgoto da capital. O processo gera outro subproduto, a glicerina, muito utilizada na fabricação de sabão, segundo Cáceres de Brites: "Temos um projeto em andamento para encaminhar esse material."

Atualmente, são coletados de 800 a mil litros de óleo por mês, mas a estimativa do engenheiro ambiental é que esse volume chegue a 150 mil litros. "Estamos realizando constantemente um trabalho de conscientização da população, pois o descarte do óleo de cozinha é uma ação que ainda gera dúvidas", esclareceu Cáceres de Brites. "Jogar o produto na pia da cozinha ou no vaso sanitário causam um grande problema nas redes de esgoto."

 

Com informações: http://www.df.gov.br/conteudo-agencia-brasilia/item/18664-df-aproveitar%C3%A1-res%C3%ADduo-de-%C3%B3leo-de-cozinha-para-produzir-biodiesel.html

Sustentabilidade no centro das atenções

A nova Encíclica do Papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum”

O primeiro documento escrito integralmente pelo Pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis - patrono dos animais e do meio ambiente -, a primeira Encíclica Papal é dedicada ao meio ambiente.

A Biotechnos e um conjunto de parceiros manifestou o sentimento de motivação e orgulho, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude Rio2013, com a visita do Papa Francisco ao Brasil, ter executarmos a ação denominada Bioplanet, com o uso de Biodiesel nos Geradores de Energia do Palco principal do evento em Copacabana.

Resultados da ação na JMJ Rio2013

O uso de Biodiesel nos geradores de energia da A Geradora - Poliservice - na Jornada Mundial da Juventude foi um dos pontos positivos na realização do evento no Rio de Janeiro/RJ.

O grande destaque da ação rendeu a cobertura de veículos de 23 países, incluindo a Polônia que confirmou ação desta natureza na próxima edição da JMJ que será sediada pela Cracóvia (Polônia), em 2016.

A parceria dos projetos Estrada Sustentável e Bioplanet foi afirmada e também é destaque. Nos próximos dias as equipes de ambos os projetos entregarão ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, os resultados da ação e amostra do Biodiesel utilizado.

Uma amostra foi entregue ao Comitê Organizador Local da JMJ Rio 2013 e ao Cardeal Dom Odilo Scherer, Arcebispo de SP, que levou ao conhecimento do Papa Francisco. A ação utilizou B20 nos geradores do palco onde o Papa esteve durante a JMJ.

O Biodiesel foi produzido a partir de óleos residuais no Arranjo Produtivo Local do Bioplanet, gestado pela ONG ECCOVIDA e Cooperativas de Catadores do Rio de Janeiro. A redução global foi de 12,6 toneladas de carbono equivalente e uma média de redução de até 60% de emissões de gases de efeito estufa em cada gerador de energia que utilizou o biodiesel. Ainda foram protegidos algo em torno de 60 milhões de litros d'água, reaproveitando através da reciclágem um volume de cinco mil litros de óleos residuais - óleo de cozinha usado.

Encíclica do Papa Francisco

Além de abordar diretamente alguns dos principais tópicos ambientais, o Papa Franscisco defende que o consumo de combustíveis fósseis seja banido o mais depressa possível em favor das energias renováveis e destaca ações como a que executamos, de desenvolvimento de 'energias renováveis, que consentem o auto-abastecimento local, um exemplo simples que indica, enquanto a ordem mundial existente se revela impotente para assumir responsabilidades, que a instância local pode fazer a diferença'.

 

Fontes e fotos: 

greenme.com.br

Arquidiocese do Rio de Janeiro

Vaticano

Arquivo Biotechnos

APL's Biodiesel são uma realidade em expansão

Firjan estuda criar consórcio de biodiesel no Centro-Sul Fluminense

O grupo de Meio Ambiente do Sistema Firjan no Centro Sul Fluminense estuda criar um consórcio para produção de biodiesel na região de Três Rios. A ideia surgiu após uma visita da comitiva à Usina de Biodiesel do Rio de Janeiro, com tecnologia da Biotechnos e gestada pela ONG Eccovida.

“O trabalho de recolhimento de óleo já é feito. O que precisamos é encontrar uma forma para reverter isso em mais benefícios para nossa região. Por exemplo, com a produção do biodiesel, o investimento será transformado em economia, já que aproveitaremos os combustíveis nos próprios veículos da administração pública. É um trabalho que pode ser explorado. Uma oportunidade e tanto, que nossa região precisa valorizar”, disse o secretário de Meio Ambiente de Areal, Juvenal de Souza Brasil Neto.

De acordo com o presidente da Abrepet (Associação de Recicladores de Embalagens Pet), Edson Freitas, o processo é viável e bem simples: “recolhemos o material nos postos de coletas, que neste caso é o óleo de cozinha, que anteriormente era descartado, e o reutilizamos. Com o biodiesel produzido, podemos usar em carros, máquinas e tratores normalmente. Uma economia e tanto para as prefeituras e empresas”, explica.

O Grupo de Meio Ambiente do Sistema Firjan no Centro Sul Fluminense se reúne mensalmente para discutir questões voltadas para as necessidades da região. Ações como recolhimento e reutilização de material reciclável, reuso da água, e trabalhos para conscientização estão entre os assuntos mais abordados.

A Biotechnos detém expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais na cadeia de valor do Biodiesel.

Com informações da Firjan

Dia Mundial da Água

Bioplanet - Tecnologia a serviço da Vida

Dia Mundial da Água - 22 de março.

O projeto Bioplanet, chancelado pela Agência Nacional de Águas - ANA, já protegeu diretamente milhões de m³ de água no Brasil. É composto por inúmeros Arranjos Produtos Locais (APL's) do Biodiesel exclusivamente a partir de óleos e gorduras residuais (OGR) - rejeitos de óleo de cozinha -.
Para se ter uma ideia, apenas um litro de óleo de cozinha descartado no ralo da pia contaminam 12 mil litros d'água (CONAMA). E, estudos do Governo Federal indicam que o descarte inadequado deste resíduo altamente poluente é de 1,5 bilhões de litros ao ano no país.

História do Dia Mundial da Água


O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.