Com tecnologia da Biotechnos 1° Usina de Biodiesel do DF está em operação

Biotechnos realiza revisão da Usina e treinamento de Equipes da Embrapa e Caesb

 

Entregue em 2014 a pequena planta de Usina de Biodiesel da Biotechnos tem capacidade para a produção de 1 mil litros de biodiesel dia/turno de 8 horas. Com alto desempenho, eficiência e qualidade a Usina foi instalada em Projeto realizado em pareceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Agroenergia) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), através da Fundação de Tecnologia Florestal e Geoprocessamento (FUNTEC) com recursos da Empresa Pública Brasileira de Fomento à ciência, tecnologia e inovação (Finep).

O projeto prevê a produção de Biodiesel exclusivamente a partir de óleo de cozinha usado e o biocombustível utilizado em veículos de transporte e geradores de energia elétrica, contribuindo para a proteção da água e a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

De acordo com a Caesb, são gastos cerca de R$ 500 mil todos os anos em manutenção das redes de saneamento ambiental devido ao descarte inadequado de óleos e gorduras residuais (OGR). Estima-se um custo de R$ 0,50 por litro de óleo que é descartado no ralo da pia. Estudos indicam o descarte de aproximadamente 1,5 bilhões de litros de OGR no Meio Ambiente ao ano por cerca de 50 milhões de residências e pequenos estabelecimentos do ramo da alimentação no Brasil.

O treinamento das equipes operacionais e a revisão das máquinas e equipamentos são ações previstas e contemplam os processos que a Biotechnos dispõe de acompanhamento e atendimento ao cliente. Os profissionais da Biotechnos destacados para as ações em Brasília/DF foram o Engenheiro Roney Bordignon e o técnico Juliano Antunes.

A Biotechnos detém expertise na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL's) e é líder no Mercado das pequenas plantas de Usinas de Biodiesel no Brasil.

www.biotechnos.com.br

Modelo da Usina de Biodiesel UB 1.000 instalada para a Embrapa e Casb em Brasilia/DF

Nova Página da Biotechnos no Facebook

Página no Facebook focará nos produtos, serviços e projetos da Biotechnos

A mídias sociais oferecem a Biotechnos oportunidade de fortalecer as relações com os clientes, parceiros, colaboradores e a sociedade. Colocamos no ar o portfólio de projetos, serviços e produtos em plataformas online. O Facebook é um grande cartão de visitas dentro do mundo das redes sociais e a Biotechnos procura aproveitar ao máximo seu potencial. Diariamente o perfil da Biotechnos é atualizado com fotos e informações. Nos 10 anos de existência da Biotechnos a suas conquistas e realizações são contadas através de inúmeras postagens, com foco em seu negócio, sua plataforma de colaboração, visão sistêmica e compromisso socioambiental.

Confira em https://www.facebook.com/BiotechnosProjetosAutossustentaveis/?pnref=story

 

CATÁLOGO LinhaBIOENERGIA Biotechnos

 

 

Informações:

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Telefone: +55 55 35130831

Biotechnos presente na 17° Expoagro Afubra

17° Expoagro Afubra contará com Pavilhão da Bioenergia
A maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar realizará exposição de tecnologia, história, trajetória e perspectivas do Biodiesel no ciclo produtivo agrícola e urbano.

A Biotechnos estará na 17° Expoagro Afubra (Rio Pardo/RS, 21, 22 e 23/03/2017) expondo as mais avançadas e modernas tecnologias para a produção de Biodiesel. Um Pavilhão da Bioenergia fará a exposição de tecnologia, história, trajetória e perspectivas do Biodiesel no ciclo produtivo agrícola e urbano.

Resultados impressionantes

Serão apresentados os resultados do Programa de Coleta de Óleo Saturado com base no relatório anexo. Em síntese nesses 08 anos do programa foram coletados e transformados em  Biodiesel 693.876 mil litros de óleo de cozinha usado, resultando na proteção direta de impressionantes 17,346 bilhões de litros d'água (17,3 milhões m³) e redução de 1,755 mil toneladas de carbono equivalente (CO2e).   

O Programa da Afubra, com tecnologia da Biotechnos resulta em um dos maiores impactos sócio-ambientais do país, e pioneiro no uso automotivo do B100 exclusivamente a partir de OGR - óleo de cozinha usado -.    


Serviço:

17° Expoagro Afubra - 21, 22 e 23 de março de 2017
Parque de Exposições, situado na localidade de Rincão del Rey, município de Rio Pardo/RS
Usina de Biodiesel Biotechnos - Pavilhão da Bioenergia

Apresentação de resultados e Solenidade de repasse do prêmio financeiro às escolas parceiras do Programa de Coleta de Óleo Saturado da Afubra (exercício 2016)
Quando: 22/03/2017
Horário: 11h
Local: Auditório do Parque de Exposições, situado na localidade de Rincão del Rey, município de Rio Pardo/RS.

Maiores informações:
Luciana Jost Radtke MTb/RS 13.507
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51 37137700 | 996885550

Vinícius Puhl MTb/SC 02.382 JP
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11 977410967

Jornal da USP destaca Projeto 'APL Babaçu' da Biotechnos

Máquina faz separação automática das partes do coco babaçu

Matéria assinada pelo jornalista Júlio Bernardes da Editoria de Tecnologia da Agência USP publicada no Jornal da USP em 20/02/2017, 'Máquina faz separação automática das partes do coco babaçu" destaca projeto de P&D da Biotechnos non Cietec, 'APL Babaçu'.

O Jornal da USP destaca que o Projeto APL Babaçu da Biotechnos desenvolvido no Centro de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo (Cietec) vinculado ao IPEN e a USP, . “O objetivo é aperfeiçoar o modo de produção e ampliar o potencial da cadeia de valor do coco babaçu, ainda pouco explorada”, ressalta a industrial e pesquisadora Márcia Werle, presidente da Biotechnos.


Para aumentar o aproveitamento do coco do babaçu, palmeira abundante no meio-norte do Brasil, o projeto APL Babaçu, do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), desenvolveu uma máquina que separa as partes do coco sem danificá-las. O equipamento será utilizado em Arranjos Produtivos Locais (APLs) com a participação das mulheres que extraem o coco, as quebradeiras, viabilizando seu uso na produção de energia e em indústrias de alimentos e cosméticos, entre outras. O projeto é realizado pela empresa Biotechnos Projetos Autossustentáveis, incubada no Cietec, instituição mantida pela USP e pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

“O objetivo é aperfeiçoar o modo de produção e ampliar o potencial da cadeia de valor do coco babaçu, ainda pouco explorada”, ressalta a industrial e pesquisadora Márcia Werle, presidente da Biotechnos. No Brasil são 18 milhões de hectares de florestas de babaçuais. Apenas no Estado do Maranhão são 11 milhões de hectares, mais do que em todo o território da Bolívia, que dispõe de 6 milhões de hectares. Os babaçuais estão presentes também no noroeste de São Paulo e em outros Estados.

Cada coco pesa entre 90 e 280 gramas, com uma camada externa rija e fibrosa, o epicarpo, e em seu interior há o mesocarpo (rico em amido), o endocarpo (camada mais resistente) e as amêndoas. Tradicionalmente, o trabalho de quebra do coco é manual e penoso para as milhares de quebradeiras. Usa-se um machado ou uma cunha e um porrete de madeira. Há também a quebra de maneira ainda mais rudimentar, a golpes de pedra sobre uma superfície dura.

Em geral, apenas as amêndoas (que representam cerca de 8,7% do peso do fruto) são aproveitadas. Cada fruto pode ter de uma a oito amêndoas, mas a média é de três ou quatro por fruto. Uma quebradeira de babaçu consegue, em média, de oito a dez quilos de amêndoas por dia. Nas associações ou cooperativas as amêndoas são comercializadas ou esmagadas para extração do óleo, que depois é vendido para as indústrias dos setores de higiene e limpeza. A torta, um subproduto do babaçu, é negociada como ração animal. As quebradeiras utilizam, também, uma parte do óleo para a produção artesanal de sabão em barra.

A expansão da pecuária e de outros interesses econômicos na região dos babaçuais ameaça o trabalho das quebradeiras, fundamental para a sobrevivência de diversos grupos extrativistas do meio-norte do País. De acordo com o diagnóstico realizado pelo governo federal, os grandes entraves para o maior aproveitamento do babaçu são a baixa eficiência no modo de produção e ausência de modelos tecnológicos de quebra do coco acordados com as quebradeiras.

Separação

Um dos aspectos centrais do projeto está na produção de uma máquina capaz de separar as partes do coco babaçu preservando suas características, com qualidade, eficiência e durabilidade. Foram desenvolvidos três protótipos iniciais e dois projetos piloto de APLs nos Estados do Piauí e Maranhão, a partir dos estudos de engenharia e do projeto desenvolvido, com o processamento inicial de 250 toneladas de coco.

Durante os desafios tecnológicos iniciais, na desmontagem e análise dos protótipos, foram observados desgastes excessivos nas partes móveis e de impacto, gerados pelo alto grau de abrasividade do coco. Nas fases seguintes do projeto, chegou-se ao processamento de 850 quilos de coco em 90 minutos.

A tecnologia desenvolvida pela empresa propõe instrumentalizar o trabalho das quebradeiras oferecendo máquinas e equipamentos que constituem o centro de uma cadeia de valor baseada no aumento da escala produtiva e na qualidade dos produtos provenientes do processamento do coco babaçu. A tecnologia social prevê atenção, inclusão e transferência de conhecimentos nos processos específicos relacionados aos APLs para as quebradeiras.

O mercado para os produtos provenientes do beneficiamento é expressivo, pois existem 64 produtos que provêm do coco babaçu, como azeites, alimentos, cosméticos, medicamentos, carvão e energia, entre outros. O éster da amêndoa do babaçu, por exemplo, é indicado para propulsão a jato, e a granulometria do mesocarpo do babaçu apresenta características únicas e de excelência para a indústria de cosméticos. No projeto, há diversas empresas interessadas nos produtos do babaçu para sua cadeia de suprimentos, em especial das áreas de cosméticos, fármacos, alimentação e energia.

A Biotechnos Projetos Autossustentáveis, sediada em Santa Rosa (RS), abriu uma filial no Cietec para realizar o projeto, o que inclui atividades tecnológicas e demonstrações de viabilidade técnica e econômica. Além dos profissionais da empresa, a equipe conta com colaboradores de organizações de São Paulo, Piauí e Maranhão e os pesquisadores associados Patricia Maria Guardabassi, Julieta Andrea Puerto Rico e Alexandre Cosme José Jeronymo, da Escola Politécnica (Poli) e do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP. O projeto participa do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas, da Fapesp, e mantém colaboração com lideranças dos locais de constituição dos APLs e autoridades governamentais.

Acesse o Link:
https://jornal.usp.br/ciencias/tecnologia/maquina-faz-separacao-automatica-das-partes-do-coco-babacu/

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